Há palavras que são insubstituíveis. Esta é, para um site norte-americano, a palavra que mais jeito dava à língua inglesa – Desenrascanço!
Dos dez termos estrangeiros mais porreiros que a língua inglesa necessita escolhem o português para o primeiro, definem como “a arte de descortinar uma solução para um problema à última da hora, sem qualquer atitude premeditada e sem recursos”, e, para espelhar bem o termo, colocam umas imagens do MacGyver.:D
O mais bonito é dizerem que, por terras portuguesas, é considerada uma das qualidades mais valiosas, inclusivamente, é ensinada nas universidades e nas forças armadas e que os portugueses a consideram como a chave para a sobrevivência ao longo destes séculos.
Ri-me bué com esta e outras piadas do site.
Desenrascanço
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Assim o arrumador foi aonde?


Ahhhhh, o piloto é que não percebia português…
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Ahhhhh… que chatice, pá!
Num exercício realizado pelo Semanário Angolense (Estranho! Um jornal privado a fazer exercícios destes!?) só nos últimos 15 dias cerca de 500 indivíduos de nacionalidade chinesa perderam o passaporte. Que chatice, pá. Agora vão ter que lhes dar novos (onde aparecem num estado perfeitamente legal).
Coitadinhos dos chinesinhos.
P.S. Aproveitem para ver os comentários à notícia. Para variar, há alguns que dão para rir à parva.
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A crise

Andava com esta imagem guardada há muito tempo e, infelizmente, acabei por a colocar.
As coisas por cá estão agora a tomar algumas proporções mais reais e a crise começa a afectar sectores que, até então, se revelavam de pedra e cal (literalmente).
As mega empresas de construção civil mandam empregados para a procedência, atrasam pagamentos, recorrem a empréstimos, enfim, desenrascam-se como podem para sobreviverem no território (ou manterem os lucro costumeiros, isso é que ainda não sei).
Mas já ouvi falar de umas dezenas largas de brasileiros, de um só grupo empresarial, que foram encaminhados para o seu país de origem e alguns vieram com família e tudo. Não deve ser fácil… Melhores dias virão.
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Earth Water

Parece que está a arrancar agora em Portugal este projecto (novidades frescas de Famalidog
)
É o único produto no mundo com o selo do
Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo
os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.
Para mais informações vão aqui.
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Vicissitudes
Há dias… que mais valia nem sair de casa. Mêmo!
10h30 a chegar à rotunda da Cuca, no final da N’gola Kiluange, sou mandado encostar por um agente da BET. Após o bate-pala e “Os seus documentos e os documentos da viatura, se faz favor.” costumeiros sou informado que os documentos da viatura não estão “em dia”. Segundo a opinião do agente, e apesar de ter anexo uma cópia do Diário da República e uma carta da empresa de aluguer da viatura, não podia andar com fotocópias dos documentos, mesmo que autenticadas.
Ainda esbocei uma tentativa de explicação, mas revelou-se infrutífera face à “sede” do indivíduo que insistia que a viatura seria apreendida. Saíu-me o seguinte “Olhe, a viatura é alugada a uma empresa idónea. Eu não sou o proprietário e se eles estão em falta com a lei eu não serei certamente penalizado por tal. Identifique-se e pode ficar com a chave da viatura, que eu não vou sequer perder tempo com esta situação.”. Recebi um “O senhor tem que me acompanhar à esquadra na viatura. Eu não vou ficar com as chaves.”
- Pronto! Se assim tem que ser, vamos então à esquadra. (o agente desloca-se para a porta do passageiro)
- Abra a porta.
- Nããããã… Vamos à esquadra cada um na sua viatura. Eu não lhe vou dar boleia. Além de a viatura não ser minha eu não sou taxista. (há quem diga que eu as estava a pedir
)
- Ai é? Estão espere do outro lado da estrada pelo piquete.
E pronto, lá parqueei no meio da poeira e das vendedoras. Informei os adjuntos, saquei do meu livrinho e deixei-me estar. Passados uns 15 minutos um indivíduo num carro particular apita, faz sinal com a mão para o seguir e acelera por ali fora. Claro está que, no meio do trânsito diurno de Luanda, acabei por o perder. A ele e a todos os meus documentos e da viatura (a forma leviana como um agente da polícia encara um documento pessoal…).
Deduzi pela direcção que tomávamos que a esquadra a que ele se referia seria o Centro de Comando da Brigada Especial de Trânsito. Acabei por o encontrar à porta já dentro da viatura de outro condutor (que se escapou sem ter que entrar. Porque seria?).
Chegado lá dentro:
- Bom, isto é assim (adoro esta expressão. Arrepia-me os pelos das costas dos joelhos), a sua viatura vai ficar apreendida e o senhor vai ser multado.
- Multado? Mas há algo de ilegal nos meus documentos?
- Não, não. O senhor vai ser multado por desrespeito à autoridade.
Aqui não me consegui conter e saíu-me aquele riso mistura de nervoso com escárnio.
- Vamos lá ver uma coisa, pelo sim pelo não diga aqui à frente dos seus colegas que eu não lhe faltei ao respeito… (há que assegurar certas coisas nestas situações. Não vá o diabo tecê-las)
- Não, não. Nunca me faltou ao respeito. Vou autoá-lo por se ter recusado a deixar-me vir na sua viatura.

Resumindo: Passei mais de quatro horas nesta brincadeira e no fim saí com o carro. Ele não me podia multar por não lhe dar boleia e a viatura estava legal. Foi um dia de trabalho c’o caralho!
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O amor nos tempos do cólera

Já andava há uns tempos para ver esta treila e ontem a TVC2 proporcionou-me uma bela surpresa ao rodá-lo àquela horinha porreira.
Uma bela adaptação ao ecran do romance imortal de Gabriel Garcia Márquez. Normalmente as adaptações cinematográficas perdem bastante para os livros, mas esta nem ficou muito longe. Valeu-se das excelentes interpretações, uma fotografia fabulosa e uma banda sonora cheia de… Shakira
(teve direito a indicação para Globo de Ouro de Melhor Canção Original).
Eu gostei bastante.
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Sexual Healing (cover)
Não tirando o devido valor à versão original e ao Sr. Marvin Gaye, esta é uma excelente música interpretada por um músico único.
Tomei contacto com Ben Harper ainda na Bila quando o tipo ainda nem era ouvido em Portugal. “Apresentou-mo” o Tiago. Fiquei fã naquele momento. A voz, as letras e a simplicidade da composição musical combinadas com um domínio do instrumento fabuloso.
Esta moda foi a que fechou a noite da Janta dos Angola na Tocha. Bem… não foi propriamente esta, mas foi a mais aproximada possível 
Quem toca viola sabe que combinar os baixos com uma voz melodiosa não é fácil. Este Senhor dá-lhe!
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Quinou!
Faleceu ontem de paragem cardíaca o maior ícone da cena pop de todos os tempos, Michael Joseph Jackson.

Não era fã da personagem. Apreciava o dançarino e tenho que dar o devido mérito ao músico. RIP.
O homem tinha programada uma reentrada nos palcos com 50 concertos para mais de um milhão de pessoas cujas lotações já estavam todas esgotadas. E agora, quem vai pagar o caixão?
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não acreditam.
Ora vejam bem a imagem:

Se eu vos disser que o azul e o verde desta imagem são exactamente a mesma cor… (ver título deste post)
Mas são!
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