Cabana do Alvão

Há palavras, cheiros, músicas, imagens, enfim, uma panóplia de catalisadores para o sentimento da saudade.
Houve uns que vieram daqui, de malta que partilhou momentos muito característicos e relembram os bons tempos da UTAD.
cabanaalvao3
Esta é a Cabana, um restaurante típico no Parque Natural do Alvão.
A Cabana era um óptimo refúgio em qualquer altura do ano, mas tornava-se emblemático após os primeiros nevões. Lá dentro sabíamos que tínhamos à nossa espera umas alheiras, umas mouras, um presunto, uma lareira acesa, o belo do jarro de vinho, a simpatia da proprietária (not! Acho que nunca a vi a esboçar um sorriso, mas aquilo não era antipatia, era… outra coisa qualquer. Mas também quem a pode culpar? A senhora estava lá nas suas calmas e de repente entrava um bando de gente barulhenta. Ela ficava trombuda, claro) e, o mais importante, acabava sempre por aparecer mais alguém que se sentava e partilhava uns belos momentos. Cantou-se, bebeu-se, comeu-se, discutiu-se, abraçou-se, beijou-se, fez-se silêncio, brincou-se, escreveram-se letras de músicas, sonhou-se, fugiu-se do frio, procurou-se frescura… na Cabana do Alvão.

Aproveito para mandar beijos e abraços à “malta d’então”.

Imagem roubada daqui.

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Nustalgia. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s