dizia-me o indivíduo após ter sido dado como culpado pelo acidente.
Paradinho da silva, levo uma pancada por trás, vou bater no da frente (azar do caraças era irmão do que me bateu por trás) e ainda queriam que eu pagasse tudo.
Após duas horas a ser insultado (com os inevitáveis branco do caralho sempre presentes, claro), a ser feito e a fazer-me de burro, ao sol e a ver o resto do pessoal a ir para a praia nem sei como ainda consegui manter aquele ar de paciente quando, após o indivíduo ter sido dado como presumível culpado do acidente no posto da polícia, se lembra de começar a dizer que eu o tinha chamado de preto e outros insultos racistas.
Por estas bandas é este o mote para alguns: Se nada mais resultar, apela ao racismo, pode ser que do outro lado esteja outro frustrado como tu. Tristeza…
Publicado por: engricky | 5 Outubro, 2009
“Fazer mais como? Tinha que tentar…”
Publicado em Pessoais e transmissíveis



Não é só por essas bandas…por estas tb…mais concretamente no condomínio onde moro na linha de cascais. Hoje numa discussão entre jovens que estavam a desfrutar do espaço comum de lazer, o meu filho de 15 anos foi chamado de “preto imigrante” “vai para a tua terra”, por uma outra criança de 12 anos!! Não é só por essa minha banda onde o racismo actua quando argumentos validos desaparecem, nesta tua também…Tristeza, concordo contigo! Fazer mais como?
Por: Bibbas em 9 Outubro, 2009
às 11:31 pm
A questão não é a do insulto fácil na rua, que isso garanto-te dava para fazer um post todos os dias mas já estou habituado e por cá até compreendo, é a de passar essa imagem num local de justiça para apontar a culpa ao outro, tipo “Se colar não tenho que pagar o que devo”.
Agora imagina-te na polícia, alguém bateu no teu carro parado e o mesmo gajo que te insultou várias vezes com argumentos racistas está a dizer ao polícia precisamente o contrário quando este lhe diz que ele é o presumível culpado do acidente…
Por: engricky em 15 Outubro, 2009
às 9:52 am